Em uma das entrevistas mais emocionantes de sua carreira, Diogo Costa foi além do futebol e falou com o coração sobre a vida, a perda e a dura realidade de que as pessoas que amamos podem partir sem aviso.
Segurando as lágrimas, Costa refletiu sobre como facilmente damos o tempo como garantido. Ele explicou que, na correria do dia a dia — buscando sucesso, superando desafios, celebrando vitórias — muitas vezes esquecemos de demonstrar amor e gratidão àqueles que realmente importam.
“Nós achamos que temos tempo”, disse ele em voz baixa. “Achamos que sempre haverá outra ligação, outra conversa, outra oportunidade de dizer ‘eu te amo’. Mas às vezes, essa oportunidade nunca chega.”
Usando a trágica morte de Diogo Jota como um exemplo doloroso, Costa compartilhou como a perda o abalou profundamente. Ele descreveu Jota não apenas como companheiro de equipe, mas como um irmão e amigo cuja partida repentina se tornou uma lição marcante sobre a fragilidade da vida.
“A morte dele me lembrou que o amanhã não é prometido a ninguém”, afirmou Costa. “Ame seus amigos. Perdoe rapidamente. Fique perto da sua família. Não deixe pequenos problemas criarem grandes distâncias.”
A entrevista emocionou muitos torcedores, pois as palavras de Costa carregaram uma mensagem universal. Não era sobre troféus ou competição — era sobre humanidade. Sobre valorizar as pessoas enquanto ainda estão aqui. Sobre entender que a vida pode mudar em um instante.
No final, a mensagem de Costa foi simples, mas poderosa: valorize cada risada, cada abraço, cada conversa — porque um dia, essas lembranças podem ser tudo o que nos restará.