O guarda-redes do FC Porto, Diogo Costa, de 25 anos, tomou uma decisão marcante que está a causar impacto em todo o futebol europeu — e que deixou os adeptos dos Dragões a celebrar com renovado orgulho e paixão.
Após semanas de especulação intensa que o ligavam a uma possível transferência para o gigante inglês Manchester United, Costa deixou clara a sua posição: não vai sair do FC Porto neste verão. Apesar do interesse concreto da Premier League e da alegada disponibilidade do United para pagar os 60 milhões de euros da sua cláusula, o internacional português optou por permanecer fiel ao clube que o formou — uma decisão vista como uma enorme vitória emocional e estratégica para o FC Porto.
De acordo com o CaughtOffside, o Manchester United enviou olheiros para acompanhar de perto o desempenho de Costa ao longo da época, identificando-o como o principal candidato para substituir André Onana. Com o guarda-redes camaronês em baixo de forma e lesionado, Costa era visto como a solução perfeita — um guarda-redes de classe mundial, jovem mas com experiência consolidada.
Mas enquanto o United via Costa como uma solução, o Porto sempre o viu como intocável. E agora, ele próprio também o confirma.
Fontes próximas do jogador revelam que Costa ponderou cuidadosamente a decisão, tendo em conta o seu percurso no Dragão, a confiança do treinador Sérgio Conceição e a ligação emocional aos adeptos e ao clube. No final, a sua escolha não foi motivada pela fama ou pelo dinheiro — mas sim pela lealdade, ambição e pelo sentimento de missão por cumprir com a camisola azul e branca.
A importância de Costa para o FC Porto é imensurável. Desde que se estreou pela equipa principal em 2019, afirmou-se como um dos guarda-redes mais consistentes do futebol europeu. Só na temporada 2024/25, realizou 16 jogos sem sofrer golos em 32 partidas da Primeira Liga, sofrendo apenas 27 golos. No total da época, somou 19 balizas invioladas em 42 jogos. Pela Seleção Nacional, soma já 36 internacionalizações e 16 jogos sem sofrer golos, sendo uma aposta segura para o futuro da baliza portuguesa.
A decisão de ficar surge num momento crucial. O FC Porto procura reconquistar o domínio interno e ambiciona ir mais longe nas competições europeias. A presença de Costa é central nesse objetivo — não apenas pelo que oferece dentro de campo, mas também pela liderança e confiança que transmite no balneário.
A reação dos adeptos foi imediata e esmagadora. As redes sociais encheram-se de mensagens de gratidão, orgulho e declarações de amor ao jogador, que muitos consideram já um símbolo da nova geração portista. Cantos como “Diogo é Dragão” ecoam pelas ruas da cidade, e há rumores de que o clube poderá preparar medidas para prolongar ainda mais o seu legado — inclusive atribuir-lhe a braçadeira de capitão num futuro próximo.
Entretanto, o Manchester United terá de voltar à estaca zero na busca por um guarda-redes de topo. Emiliano Martínez, Gianluigi Donnarumma e Senne Lammens continuam na lista, mas nenhum apresenta, neste momento, a mesma prontidão, identificação e estabilidade que Costa poderia oferecer.
Num tempo em que o dinheiro fala mais alto do que a história ou o símbolo ao peito, a decisão de Diogo Costa é rara — e profundamente inspiradora. Não se trata apenas de uma escolha pessoal; é uma mensagem para todo o mundo do futebol: a lealdade ainda existe. E no Porto, a nova época começa com mais do que ambição — começa com alma, identidade e a certeza de que o Dragão continua a arder bem vivo.